29/07/2011

Anônimo – Invocando a Morte


Anoiteceu no Submundo, e Anônimo nunca esteve tão perto da morte o quanto ele estava agora, sem pele no abdômen, com várias feridas pelo corpo, com a boca costurada, Anônimo nunca havia sentido um medo tão grande de morrer. Os esqueletos novamente levaram Anônimo acorrentado e para a sala de Vernus e o deixaram lá. Vernus entrou na sala e não falou nada, apenas chutou Anônimo para o outro canto da sala. Da boca costurada de Anônimo, começou a vazar sangue, então Vernus descosturou a boca de Anônimo e saiu mais sangue.

Ao começar a tortura, Vernus jogou ácido em Anônimo, mas ele não conseguia gritar, apenas gemia de dor. Logo após, Vernus começou a bater em Anônimo com uma corrente de ferro, e batia com muita força, tanto que chegou a quebrar algumas costelas de Anônimo, mas ele ainda continuava vivo. Então, Vernus levantou Anônimo, acorrentou-o em pé na parede, e começou a fazer cortes de espada em todo o corpo de Anônimo. Nessa hora, Anônimo desmaiou de tanta dor. Vernus, vendo que Anônimo havia desmaiado, mandou que o arrastassem de volta para a cela e o jogassem no vinagre quente novamente.

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26/07/2011

Anônimo – Castigo Injusto

Coruja estava agora com as duas cidades em suas mãos, os Dez Mestres desapareceram, Anônimo foi sacrificado, e Divine Pepper foi traída por Coruja. Todos os doze que passaram pelo portal foram para o submundo, uma dimensão de pesadelos, um lugar horrível. Onze foram parar na Planície da Vasta Escuridão, mas Anônimo foi parar no que parecia ser uma cela, e foi parar lá acorrentado. Anônimo estava pensando:

– Como eu vim parar aqui? Em uma hora eu tava na Nova Cidade dos Loucos lutando com a Coruja, e do nada venho parar aqui. E de onde surgiram essas correntes?...

Os pensamentos de Anônimo foram interrompidos pelos passos que ecoavam fora da cela escura. Então um esqueleto abriu a porta e começou a espalhar uma fumaça sonífera, Anônimo desmaiou na hora. O esqueleto o desacorrentou e o levou até a sala de Vernus, o líder das criaturas do submundo e capacho de Coruja. Outros esqueletos acorrentaram Anônimo em uma cadeira elétrica. Vernus gritou:

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23/07/2011

Anônimo – Traição

Como sabemos, Divine Pepper foi exilada da Cidade dos Loucos porque não quis devolver a liderança da antiga cidade para Hawk Ballad. Revoltada com isso, Divine Pepper se uniu com a Coruja da Peste e começou a armar um plano para conseguir a ruína de Cidade dos Loucos. Divine Pepper estava morando na Cidade dos Hipócritas. E convidou Coruja da Peste para morar em sua cidade.

Na Cidade dos Loucos, Anônimo e os 10 Mestres nem imaginavam isso, portanto, nem se preparavam, pois achavam que a batalha já estava vencida. Mas estavam redondamente enganados. Raramente ocorriam invasões na Cidade, e quando ocorriam, eram pequenas e davam para serem contidas pelos Mestres.

Na Cidade dos Hipócritas, Divine Pepper e Coruja da Peste estavam conseguindo um numerário muito grande de pessoas, e um estoque muito grande de armas de menta. Esse plano demorou dois anos para ficar pronto, e quando estava pronto, o exército passou por uma lavagem cerebral, menos Divine Pepper e Coruja. Os Loucos nem imaginavam o que aconteceria nas doze horas seguintes.

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19/07/2011

Anônimo – O Início

Saído de um mundo de pesadelos, ali estava ele, sentado à beira de um rio esperando o Sol se pôr. Ao anoitecer ele começou sua vingança, destruindo casas, prédios e tudo o que via pela frente. Seu nome é Anônimo Scar Eddie Psicopata.

Quando a polícia chegou ao local onde Anônimo se encontrava, começaram a atirar, mas de nada adiantava, o poder imenso de Anônimo fazia as balas voltarem para quem havia atirado.

Anônimo estava com o caminho livre para destruir toda aquela cidade de hipócritas. Então apareceu uma garotinha que aparentava ter uns seis anos que gritou chorando:

– Vai embora daqui seu assassino nojento!

Anônimo não disse nada, apenas parou, virou para a garotinha e ficou observando-a. Depois de cinco minutos observando a garotinha, ela parecia estar em transe, então Anônimo com pena da garotinha, levou-a para o estacionamento de um shopping, trancou-a dentro de um carro com buracos para ela respirar e foi embora.

Você deve estar se perguntando o que levou Anônimo a esse ato explosivo, mas para explicar melhor, vou voltar até o começo da vida dele.

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Enquanto Rei do Ártico Não Volta, Fiquem com Anonimo

Como eu falei no post anterior, devido ao blog ser recente e eu não ter mais leitores, vou dar um pause no Rei do Ártico, mas, para não ficar sem nenhum conto, vou começar a postar Anonimo, um conto sobre um psicopata que é filho de um lobisomem com a morte. Comentem. Ok?

Daniel Bart Pinheiro

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17/07/2011

2ª Parte de Rei do Ártico

Devido ao blog ser muito recente (criei ontem), irei postar a 2ª parte somente quando eu tiver um número bom de leitores. E o outro motivo é a minha falta de criatividade, a fonte está meio seca, mas assim que eu voltar com Rei do Ártico, vou postar cada dia uma parte. Obrigado.
Daniel Bart Pinheiro

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Rei do Ártico

Até hoje eu fico imaginando o que eu tinha de especial para aquilo acontecer naquela noite fria. Foi nessa noite que eu me tornei o que eu sou hoje. Durante a leitura você saberá o porquê eu falei isso. Sei que você deve estar curioso para saber o que aconteceu naquela noite e depois dela. Então eu vou deixar de lero-lero e vou contar o que me aconteceu naquela noite e nos anos seguintes.

Era uma sexta-feira, e como sempre, tinha uma festa para eu ir à noite. Fui à festa, mas estava muito parada, não aguentei ficar lá, depois de uma hora eu fui embora, isso já era quase meia noite. Chegando a minha rua, ela estava deserta, também né, quase meia noite, um frio, quem estaria fora de casa?

Quando eu já estava chegando perto do meu portão, do nada apareceu um lobo. Um lobo branco muito bonito. Não sei o que deu em mim, mas eu chamei o lobo sem perceber o perigo, mas ele nem me deu atenção, então dei de ombros e fui pegar a chave para abrir meu portão e quando eu fui olhar para o lobo, ele havia se transformado num lobo antropozoomórfico (ser com aspectos humanos e animais simultaneamente), parecia um ser humano com cabeça e patas de lobo. Mas o mais estranho foi ele começar a falar, mas ele falava numa língua estranha que eu não estava entendendo praticamente nada. Parecia que ele estava recitando uma profecia ou invocando alguma coisa. Logo após ele parar de falar surgiu na mão dele um triângulo dourado com inscrições em baixo relevo que pareciam ser uma escrita antiga.

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16/07/2011

Bem Vindo

Oi, meu nome é Daniel, e este é o meu blog Histórias de um 22.

A maioria dos meus posts vão ser de Contos criados por mim, mas também vou falar sobre Heavy Metal, vou me comunicar com vocês, vou falar sobre Loucuras, etc.
Amanhã já começo com a saga "Rei do Ártico".
Espero que gostem.

Um abraço
Daniel Bart Pinheiro

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