Anoiteceu no Submundo, e Anônimo nunca esteve tão perto da morte o quanto ele estava agora, sem pele no abdômen, com várias feridas pelo corpo, com a boca costurada, Anônimo nunca havia sentido um medo tão grande de morrer. Os esqueletos novamente levaram Anônimo acorrentado e para a sala de Vernus e o deixaram lá. Vernus entrou na sala e não falou nada, apenas chutou Anônimo para o outro canto da sala. Da boca costurada de Anônimo, começou a vazar sangue, então Vernus descosturou a boca de Anônimo e saiu mais sangue.
Ao começar a tortura, Vernus jogou ácido em Anônimo, mas ele não conseguia gritar, apenas gemia de dor. Logo após, Vernus começou a bater em Anônimo com uma corrente de ferro, e batia com muita força, tanto que chegou a quebrar algumas costelas de Anônimo, mas ele ainda continuava vivo. Então, Vernus levantou Anônimo, acorrentou-o em pé na parede, e começou a fazer cortes de espada em todo o corpo de Anônimo. Nessa hora, Anônimo desmaiou de tanta dor. Vernus, vendo que Anônimo havia desmaiado, mandou que o arrastassem de volta para a cela e o jogassem no vinagre quente novamente.